ViniciusMuniz.com http://viniciusmuniz.com Programação, linux e afins. Thu, 23 Feb 2017 12:57:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8 O que é Iptables, para que serve, e como usar? http://viniciusmuniz.com/pt/o-que-e-iptables-para-que-server-como-usar/ http://viniciusmuniz.com/pt/o-que-e-iptables-para-que-server-como-usar/#comments Sat, 01 Nov 2014 21:52:59 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=919 […]

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Iptables

Após muito tempo, finalmente tive um tempo, pra voltar a escrever, e dessa vez pretendo manter uma periodicidade. O motivo da minha ausencia? Bom agora eu tenho Dom

Sem mais delongas, vamos ao que interessa, o que é Iptables, pra que server, e onde vou usar isso?

O que é Iptables?

De acordo com a singela descrição do criador desse pacote ( NetFilter), O Iptables é uma ferramenta para criar e administrar regras e assim filtrar pacotes de redes.

O iptables pode funcionar baseado no endereço, porta de origem, destino do pacote, prioridade. Ele funciona através da comparação de regras para saber se um pacote tem ou não permissão para passar. Em firewalls mais restritivos, o pacote é bloqueado e registrado para que o administrador do sistema tenha conhecimento sobre o que está acontecendo em seu sistema.

Para que serve?

Com o Iptables, você pode redirecionar portas, trocar um protocolo(como ssl3 para tls1), Redirecionar servidores, e serviços. Pode criar regras, para bloquear usuários na rede, bloquear serviços, de acesso por determinados ips, entre outros muitos serviços.

Modo de usar

A forma mais comum de se usar o comando é:

iptables [-t table] <opção> chain rule-specification

Entre as opções você pode usar:

  • -P = Define uma regra padrão;
  • -A = Adiciona uma nova regra as existentes. Este tem prioridade sobre a -P;
  • -D = Apaga uma regra;
  • -L = Lista as regras existentes;
  • -S = Lista as regras existentes, da forma como foi salvo pelo iptables;
  • -E = Renomeia uma cadeia(chain)
  • -F = Limpa todas as regras;
  • -I = Insere uma nova regra;
  • -h = Exibe a ajuda;
  • -R = Substitui uma regra;
  • -C = Faz a checagem das regras existentes;
  • -Z = Zera uma regra específica;
  • -N = Cria uma nova regra com um nome;
  • -X = Exclui uma regra específica pelo seu nome.

Cada um tem o seu uso específico, e uma forma de usar. Para consultar todas basta utilizar:

man iptables

Comandos comuns do Iptables

Deletar regra

iptables -F

Bloquear um IP

iptables -A INPUT -s "192.168.254.10" -j DROP

Se desejar bloquear para uma interface específica, basta passar o parâmetro -i , fincando assim:

iptables -A INPUT -i eth0 -s "192.168.254.10" -j DROP

Abrir porta para ips específicos

Neste exemplo usei a porta do ssh como exemplo, mas poderia ser usada qualquer uma

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 22 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT

Balanceamento

Balanceando a porta 443 entre 3 diferentes ips


iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 0 -j DNAT --to-destination 192.168.1.101:443
iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 1 -j DNAT --to-destination 192.168.1.102:443
iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 2 -j DNAT --to-destination 192.168.1.103:443

Habilitar Acesso ao mysql pela rede local

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 3306 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT
iptables -A OUTPUT -o eth0 -p tcp --sport 3306 -m state --state ESTABLISHED -j ACCEPT

Bloqueando ataques DDOS

iptables -A INPUT -p tcp --dport 80 -m limit --limit 25/minute --limit-burst 100 -j ACCEPT

Redirecionando porta

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp -d 192.168.254.136 --dport 422 -j DNAT --to 192.168.254.136:22

Referências

The Geek Stuff
Server Fault

 

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Como enviar uma requisição POST sem formulário http://viniciusmuniz.com/pt/como-enviar-uma-requisicao-post-sem-formulario/ http://viniciusmuniz.com/pt/como-enviar-uma-requisicao-post-sem-formulario/#comments Wed, 12 Feb 2014 23:30:49 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=980 […]

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Existe algumas formas de enviar uma requisição POST para uma pagina, entre a mais usual submeter um formulário HTML

Supondo, que você deseje enviar informações para uma outra pagina, você faria o seguinte:

PHP Code

<form name='ViniciusTest' method='POST' action='make_action.php' >
    <input type='hidden' name='field1' value='ViniciusMuniz'>
    <input type='text' name='field2'>
    <input type='text' name='field3'>
    <input type='submit'>
</form>

Mas, e se você desejasse enviar isso diretamente por PHP sem que passe isso pelo usuário acessando sua aplicação?

Eu já vi muita “gambiarra” para fazer uma coisa tão simples, na empresa em que estou no momento(Netmake http://www.scriptcase.net/), é incrivel a imaginação para se fazer isso.

Bom, existem várias formas de se fazer isso, não dizendo que existe as certas e as erradas… mas certamente existem as simples.

Forma Simples

O mesmo que o código HTML acima iria submeter, você poderia utilizar o código:

$content = http_build_query(array(
    'field1' => 'Value1',
    'field2' => 'Value2',
    'field3' => 'Value3',
));
  
$context = stream_context_create(array(
    'http' => array(
        'method'  => 'POST',
        'content' => $content,
    )
));
  
$result = file_get_contents('http://exemplo/make_action.php', null, $context);

Explicando o código

Na primeira linha o código

$content = http_build_query(array(
, a função http_build_query como diz a própria documentação do php Gera a string de consulta (query) em formato URLhttp://br1.php.net/http_build_query, resumindo, a função irá transformar um array de dados, em um forma de query, no caso, seria algo como:

field1=Value1&field2=Value2&field3=Value3

Na sexta linha encontraremos a função stream_context_create http://php.net/stream_context_create, que criará um fluxo de contexto, ou seja irá preparar a requisição da mesma forma que é feito pelo browser antes de enviar para o php quando submetemos o formulário.

E por ultimo a função file_get_contents, uma das minhas funções preferidas no php(já varri muito site com ela). Ela fará a requisição para a pagina, no caso http://exemplo/make_action.php, enviando o contexto gerado em stream_context_create, e pegará o output da pagina e colocando na variável $result;

Simples não? Essa é minha forma favorita, porem existem outras, se você se interessar procure por curl

Se você deseja receber mais informações e dicas sobre PHP e linux, assine nossa lista aqui! No próximo post aprenda algumas dicas sobre escrever e ler arquivos com apenas duas funções e de forma muito simples. Se gostou, da um like na pagina, e/ou um comentário logo abaixo.

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TTY: Como diminuir a quantidade de terminais e aumentar a performance http://viniciusmuniz.com/pt/tty-como-diminuir-quantidade-de-terminais-e-aumentar-performance/ http://viniciusmuniz.com/pt/tty-como-diminuir-quantidade-de-terminais-e-aumentar-performance/#comments Fri, 07 Feb 2014 20:15:37 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=969 […]

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Como vimos no ultimo artigo TTY: O que é? Pra que serve?. Se você achou que não precisa de tantos TTY quanto os disponíveis por padrão no seu ambiente. Eu concordo, e isso afeta um pouco a performance do seu linux.. mas pouco mesmo. Com certeza para quem necessita de todo o potencial de uma maquina isso irá fazer diferença.

Existem formas de você diminuir a quantidade de TTY de sua distribuição, irei aqui diminuir para 3 os arquivos de dispositivo, se você desejar pode alterar para quantos desejar, apenas seguindo a lógica, e os passos.

Passo a passo

Para começar acesse o console como root e edite o arquivo /etc/default/console-setup, eu gosto de utilizar o nano para editar arquivos em linha de comando. Mas utilize o de sua preferência, se você não possuir nano, tente o pico.

nano +5 /etc/default/console-setup

O +5 é para já iniciarmos com o cursor na linha 5, que no ubuntu(pelo menos no meu ubuntu 13.10) é a linha que vamos editar. Se não for no seu, use ctrl+w para buscar, e boa sorte!

edit-tty

Você encontrará algo como:

ACTIVE_CONSOLES="/dev/tty[1-6]"

Altere para:

ACTIVE_CONSOLES="/dev/tty[1-3]"

Dessa forma alterei a quantidade de TTY para 3.

Depois acesse o diretório /etc/init/, e mova os arquivos do tty para outro lugar, ou os renomeie.

mv tty4.conf tty4.conf.bkp
mv tty5.conf tty5.conf.bkp
mv tty6.conf tty6.conf.bkp

Reinicie o seu Sistema operacional, e ele já irá carregar as configurações, ou não irá carregar… Tudo depende do ponto de vista, chame sua vó explique pra ela tudo o que você leu… e faça um brainstorm com ela.

Espero que você e sua vó tenham gostado do post, e se quiser receber mais noticias sobre linux, php, e outros assuntos relacionados. Dê um like na pagina do facebook aqui, e assine a nossa lista aqui, e comente se gostou, e tambem se não gostou!

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TTY: O que é? Pra que serve? Como usa-lo? http://viniciusmuniz.com/pt/o-que-e-tty/ http://viniciusmuniz.com/pt/o-que-e-tty/#comments Mon, 03 Feb 2014 23:23:04 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=920 […]

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Muito simples, TTY é uma abreviatura de TeleTypewriter. Entendeu não? Você com certeza já o usou.. Se você usa linux.. se você não usa feche esse seu internet explorer.. e procure uma janela pra se jogar. Se você usa MAC, para de passar maquiagem e formata esse PC. Brincadeiras a parte, TTY é quando você usa a tecla de atalho

CTRL + ALT + F#

, ou mesmo quando você abre um terminal do seu SO.

Isso! TTY é simplesmente um terminal ao qual você está conectado. Uma interface da qual você pode dar comandos texto a maquina.

No caso do terminal iniciado dentro de sua interface como esse:

terminal-tty

Ele é um TTY virtual, do qual simula um interface de comando direto ao SO.

Comando TTY

$ tty
/dev/pts/6

Este comando lhe informa qual o nome do arquivo conectado à entrada padrão. O termo pts é a abreviação para pseudoterminal. Caso você execute o comando direto em um TTY verdadeiro você teria o seguinte:

$ tty
/dev/tty1

O número no resultado do comando indica que o terminal em que foi executado está associado à entrada padrão daquele número. Se você abrir outros terminais, eles terão sequencialmente a numeração 6,7… Em algumas distribuições alguns tty estão bloqueados, pois estão associados a algum gerenciador como o modem-manager ou lightDM.

Beleza, e de que me serve isso? Imagine, que você esteja utilizando mais de um terminal em sua distribuição, algo comum, e você deseja que o resultado de um comando em um tty seja exibido em outro tty. Por exemplo a listagem de um diretório seja exibida em outro terminal, você pode utilizar:

ls /home > /dev/pts/6

Para saber mais do comando tty, utilize no seu tty o comando:

man tty

ou

tty --help

ou

Acessando: http://man7.org/linux/man-pages/man4/tty.4.html

Assine o blog aqui e receba novidades e mais informações sobre linux e outros softwares relacionados. No próximo post aprenda a economizar memória do seu pc removendo TTY’s desnecessários do seu computador.

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Como varrer array multidimensional com php http://viniciusmuniz.com/pt/varrer-array-multidimensional-php/ http://viniciusmuniz.com/pt/varrer-array-multidimensional-php/#comments Fri, 27 Dec 2013 17:32:32 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=655 […]

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Mais uma dica, para quem está iniciando no php, dando continuidade ao tutorial anterior. Vamos entender como varrer um array multidimensional com php

foreach

É muito mais simples do que em outras linguagens. Do qual você teria que colocar dois for e ficar contando… No php você tem a função foreach, que varre o array, e faz a iteração automaticamente.

Rodando o array

supondo um retorno de banco que possua vários arrays um dentro de outro, para acessarmos todos os itens desse array faríamos o seguinte:

<?php
$arr_result = array(
                    'maçã',
                    'pêra',
                    'uva',
                    'outros' => array(
                            'jaca',
                            'melão',
                            'melância'
                            )
                   );
foreach($arr_result as $data)
{
     if(is_array($data))
     {
          foreach($data as $other_data)
          {
               echo $other_data, '<br/>';
          }
     }
     else
     {
          echo $data, '<br/>';
     }
}

Explicando o código

As primeiras linhas são a definição de um array, para podermos fazer as iterações.

A linha do foreach os parâmetros são o array, e $data é a variável que irá receber o valor da iteração do momento.

A função is_array verifica se o parâmetro passado é ou não um array.

A função echo ele exibe na tela o valor contido na variável.Nos próximos capítulos dessa novela posts, explico o porque de usar a virgula, e não a concatenação. De antemão lhe aconselho a usar dessa forma.

Função recursiva

Esse código seria muito eficiente para um array que sabemos a definição do tamanho, e para uma pequena varredura.

Porem para um array enorme com muitas dimensões seria um código imenso, por isso podemos utilizar da recursividade.

function recursive_show_array($arr)
{
     foreach($arr as $value)
     {
          if(is_array($value))
          {
               recursive_show_array($value);
          }
          else
          {
               echo $value;
          }
     }
}

Dessa forma se ele for array, ele irá chamar novamente a função e fazer o loop do “sub-array”, dessa forma todos os níveis serão atingidos.

Você pode conferir as funções na documentação do php:

http://php.net/is_array
http://php.net/foreach
http://php.net/echo

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http://viniciusmuniz.com/pt/varrer-array-multidimensional-php/feed/ 7
Iniciando no PHP de forma facil e simples http://viniciusmuniz.com/pt/iniciando-php-forma-facil/ http://viniciusmuniz.com/pt/iniciando-php-forma-facil/#comments Sun, 22 Dec 2013 17:06:24 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=636 […]

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php

Sempre anunciei este blog, como um blog de tecnologia. E com o objetivo de passar uma parte de programação, que acabei nunca tendo tempo. Por esse motivo, passei esse tempo preparando um material relacionado a programação, para compensar o tempo perdido. A medida que for revisando vou liberando ao menos um post por semana, com dicas de php, javascript, jquery.. entre outros.

Bom… sem mais delongas, vamos iniciar.. pelo inicio.

O que é o PHP?

Tem que ter uma historinha né.. mas essa vai ser do meu ponto de vista.

Para mim, é uma linguagem de programação extremamente útil, de fácil aprendizado e de muita capacidade de processamento. Que apesar de aplicações de sucesso, ainda não teve uma aplicação que usasse o seu máximo. E por outro lado, foi usado de formas negativas, com diversas “gambiarras”, com muito código espaguete, e com muitos erros de lógica, que entre outras coisas, lhe gerou uma grande fama de inseguro.

O que preciso para rodar o php?

Para roda-lo, é necessário um servidor web, como apache, nginx, lighttpd. Um conector, que fará esse servidor web processar o código PHP. E o pacote do php.

Não sabe como instalar o servidor web? Pode conferir algumas dicas aqui:
http://viniciusmuniz.com/web-server/

PHP para iniciantes

O PHP entre suas facilidades, que não são poucas. Pode ser misturado ao meio de HTML, de shell script… Para não começar a sua iniciada no PHP (“começar a sua iniciada” foi bom!), com o pé direito. Tente separar ao máximo o código php, de outras tecnologias.

Exemplo de código separado de php:

    <?php foreach($arr_li as $li): ?> <li><?php echo $li; ?></li> <?php endforeach; ?>

Óbvio que esse é um padrão que eu tento seguir, mas que não necessariamente, seja o correto. O PHP não lhe obriga um padrão na escrita do código, como o java, o que pode ser uma facilidade se você souber utilizar isto, ou um desastre se não.

Não entendeu nada do código acima né? Vamos com calma.. explicaremos mais abaixo.

O que diz ao servidor, que aquelas linhas são o php? O delimitador “<?php” inicia o código php e “?>” finaliza.

Como é comum, na maior parte das linguagens, o “;”, finaliza um comando. Para quem conhece c ou c++, irá perceber que há uma grande semelhança entre essas linguagens com o php. Isso ocorre pois o php é escrito em c, e baseado no mesmo.

O php possui muitas funções, e uma grande mistura e falta de padrão nos argumentos. Para facilitar o aprendizado do php. Utilize sempre o site oficial do php php.net. Utilize para buscar funções que não conheça, como o foreach basta acessar php.net/foreach

Foreach

Como prometido, a explicação do código. O foreach é a forma mais simples de se percorrer um array, ele é composto da seguinte forma, a primeira variável é o array a ser percorrido, e o segundo a variável que receberá os dados a cada iteração do foreach, pode se utilizar o foreach recebendo a chave da iteração:

$arr_number = array(1 => 'one', 2 => 'two', 4 => 'four');
foreach($arr_number as $key => $value)
{
  echo $key, ' :: ', $value, '
'; } /* * Saída do acima: * 1 :: one * 2 :: two * 4 :: four * */

Dessa forma se pode controlar qual a chave, e fazer alterações direta no array percorrido, utilizando se da chave no próprio array.

Até a próxima! No próximo post, descreverei algumas formas de ler e escrever arquivos. Formas super simples, a forma clássica, herdada dos códigos em c. E as facilidades do php.

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http://viniciusmuniz.com/pt/iniciando-php-forma-facil/feed/ 2
Corrigindo erro de conexão com mysql.sock http://viniciusmuniz.com/pt/erro-com-mysql-sock/ http://viniciusmuniz.com/pt/erro-com-mysql-sock/#comments Wed, 24 Apr 2013 20:05:29 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=316 […]

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Resolvendo problema de socket no mysql

O problema

Por Diversas vezes isso já ocorreu comigo, sempre na instalação de um novo servidor, ou maquina pessoal. Instalo o mysql, e na hora de conectar:

Can't connect to local MySQL server through socket '/var/mysql/mysql.sock' (38)

A solução

Simples e fácil, procure o arquivo de configuração, my.cnf, tenha certeza que ele é o arquivo de configuração mesmo.

Faça um backup dele, para evitar qualquer problema. O meu como uso ubuntu está em /etc/mysql/my.cnf

cd /etc/mysql/; cp my.cnf my.cnf.bkp

Edite o arquivo você provalvemente obterá as seguintes linhas:

[mysqld]
#
# * Basic Settings
#
socket          = /var/run/mysqld/mysqld.sock
port            = 3306
basedir         = /usr

Verifique se o usuário que está tendo o erro, tem permissão de leitura do /var/run/mysqld/mysqld.sock

Se não possuir, dê a devida permissão.

MySQL + PHP

Caso você esteja tentando se conectar com o php. E está recebendo o erro, pode ser que no seu php.ini esteja fixo um socket.

Para resolver basta abrir o php.ini

nano /etc/php5/cgi/php.ini

Este caminho pode variar de acordo com o php você esteja utilizando, no meu caso eu uso lighttpd com php-cgi, e este é o caminho padrão.

Para quem não conhecia está forma de utilizar o php, ou não conhecia o lighttpd, pode dar uma olha aqui:Habilitando PHP no lighttpd sem dificuldades. Habilite, e veja como o fastcgi pode ser muito mais rápido.

Após abrir o arquivo, procure por mysql.default_socket coloque o caminho correto, ou deixe em branco.

Qual a utilidade?

A diferença de velocidade entre a conexão é bem grande, se você passar o caminho direto do socket se conectará bem mais rápido, principalmente se esse socket estiver em tmpfs.

Pra quem não conhece o que é o tmpfs, pode saber mais neste link:Melhorando a performance do linux

Referências

mysql – http://www.mysql.com/
php – http://www.php.net/
php – stackoverflow

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]]> http://viniciusmuniz.com/pt/erro-com-mysql-sock/feed/ 5 Instalando o lighttpd no linux facilmente http://viniciusmuniz.com/pt/instalando-o-lighttpd-no-linux/ http://viniciusmuniz.com/pt/instalando-o-lighttpd-no-linux/#comments Fri, 05 Apr 2013 21:20:28 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=324 […]

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Instalando lighttpd

Instalando lighttpd

Sempre há uma duvida, e uma grande discussão sobre qual o melhor web server. EU acho isso uma grande besteira.. todos(os que prestam) sempre possuem uma aplicação a qual se sai bem.

Eu possuo uma grande tendência a aplicar o lighttpd em todo o que eu utilizo, porque acho ele mais leve e rápido de todos.

Lighttpd no Ubuntu

No ubuntu mais fácil de instalar impossível, basta:

apt-get update
apt-get upgrade
apt-get install lighttpd

Pronto!

Lighttpd, para quem não usa ubuntu

Simples também, instala o ubuntu!

Brincadeira! Basta compilarmos! Quando se fala isso, a vovó no canto da sala já se arrepiou.

Mas é fácil, tenha medo não! Chama a vovó pra aprender também!

Primeiro de tudo, acesse o site do lighttpd (http://lighttpd.net), na parte de downloads pegue a ultima versão. No momento deste post a ultima versão é 1.4.31.

Se estiver com uma versão mais nova no site, e não funcionar o procedimento, diz pra vovó não chorar, fala comigo, que a gente resolve!

Faça o download do lighttpd.

wget wget http://lighttpd.net/download/lighttpd-1.4.32.tar.gz

Descompacta:

tar zxvf lighttpd-1.4.32.tar.gz

Agora é só compilar

cd lighttpd-1.4.32/

./configure 
--program-prefix= --prefix=/usr \
--exec-prefix=/usr \
--bindir=/usr/bin \
--sbindir=/usr/sbin \
--sysconfdir=/etc \
--datadir=/usr/share \
--includedir=/usr/include \
--libdir=/usr/lib \
--libexecdir=/usr/libexec \
--localstatedir=/var \
--sharedstatedir=/usr/com \
--mandir=/usr/share/man \
--infodir=/usr/share/info \
--with-openssl \
--with-pcre \
--with-zlib \
--with-bzip2 \
--disable-ipv6 \
--with-PACKAGE=mod_redirect \
--with-rewrite \
--with-redirect \
--with-ssi

Muito das coisas ai, poderiam ser retiradas. Mas acredito, que só está o básico.

Se tiver alguma dúvida, ou queira adicionar algo, você pode conferir com o comando:

./configure --help

Agora é só instalar

make
make install

Pronto!

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http://viniciusmuniz.com/pt/instalando-o-lighttpd-no-linux/feed/ 4
Habilitando PHP no lighttpd sem dificuldades http://viniciusmuniz.com/pt/habilitando-php-no-lighttpd/ http://viniciusmuniz.com/pt/habilitando-php-no-lighttpd/#comments Mon, 08 Apr 2013 17:32:00 +0000 http://viniciusmuniz.com/?p=229 […]

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lighttpd pagina padrao

lighttpd pagina padrao

Para habilitar o php no lighttpd, é muito simples.

A instalação é voltada para o ubuntuhttp://ubuntu.com, mas, em outras distribuições, é basicamente a mesma coisa.

Vamos utilizar o fastcgi- http://www.fastcgi.com/ para esta ligação entre os dois. Lembrando que o php tem que ser o cgi.

Se você não possui o lighttpd instalado ainda pode seguir um tutorial que fiz, sobre esta instalação aqui.

Conhecendo mais do lighttpd

Partindo do pressuposto que você já possui o lighttpd instalado e funcionando, assim como o php-cgi, vamos continuar. O lighttpd possui dois comandos, para instalação de módulos, que facilitam muito a vida de qualquer pessoa, são eles, o lighttpd-enable-mod e lighttpd-disable-mod, respectivamente, para habilitar e desabilitar módulos.

Para saber quais módulos estão disponíveis para ativação com o comando apenas digite o comando, que você terá a lista das possibilidades.

vinicius@Absinto:~$ lighty-enable-mod
Available modules: auth accesslog cgi evasive evhost expire fastcgi flv-streaming no-www proxy rrdtool simple-vhost ssi ssl status userdir usertrack fastcgi-php debian-doc 
Already enabled modules: fastcgi simple-vhost fastcgi-php 

Enable module: _

Instalando o módulo no lighttpd

Após digitar o comando, basta você digitar o módulo ao qual você deseja instalar.

Ou no nosso caso, como já temos a certeza do que instalaremos, basta inserir os seguintes comando no terminal.

lighty-enable-mod fastcgi
lighty-enable-mod fastcgi-php

Lembre-se de fazer isto como root, senão não irá fazer nada.

Para finalizar, recarregue as configurações do lighttpd, para que elas tenham efeito

/etc/init.d/lighttpd reload

ou

service lighttpd reload

Para testar crie um php simples na pasta do servidor, comumente /var/www com o código:

echo "" > /var/www/info.php

E acesse http://localhost/info.php

Caso possua alguma dúvida, ou raiva, ou apenas queira me xingar, por falta do que fazer, entre em contato. Até a próxima!

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zend framework

Configurando Zend Framework 2 com lighttpd

Como base usaremos o ubuntu, mas serve para qualquer distribuição, basta apenas saber localizar o arquivo de configuração do lighttpd(lighttpd.conf)

Acessando o lighttpd.conf

No ubuntu o arquivo está localizado no /etc/lighttpd, em outra distribuições.

Rode o comando:

find / -name lighttpd.conf

Certifique-se de que o mod_rewrite está ativo.

server.modules = (
        "mod_access",
        "mod_alias",
        "mod_compress",
        "mod_redirect",
#       "mod_rewrite",
)

Retire o ‘#’ de trás do “mod_rewrite”, e pronto! Pronto uma parte.

Configurando o mod_rewrite

No meu servidor eu utilizo o mod_simple_vhost, mas para quem não usa, basta apenas tirar a parte do $HTTP..

Essa é a configuração de um projeto pessoal hoo.st

Como no Zend Framework, é preciso que tudo seja redirecionado para o index.php, assim como se é utilizado para fazer url amiagavel

HTTP["host"] =~ "(^|\.)hoo.st" {
        server.document-root    = "/home/hoo/public_html/demo/public"
        server.errorlog         = "/var/log/lighttpd/sites/hoo_error.log"
        accesslog.filename      = "/var/log/lighttpd/sites/hoo_access.log"
        setenv.add-environment  = (
                "APPLICATION_ENV"       => "development",
                "ZF2_PATH"              => "/home/hoo/public_html/zf/library"
        )
        url.rewrite-once = (
                                ".*\?(.*)$" => "/index.php?$1",
                                ".*\.(js|ico|gif|jpg|png|css|html)$" => "$0",
                                "" => "/index.php"
                           )
}

A parte que realmente importa é configurar a pasta com o server.document-root, caso ele não seja na default, e a parte do url.rewrite-once

Vamos por partes. Explicando o url.rewrite-once:

Na linha abaixo, ele redireciona tudo o que for passado por GET, para index.php, como GET

".*\?(.*)$" => "/index.php?$1",

Nesta, ele evita o redirecionamento, dos arquivos estáticos, direcionado tudo para o arquivo real.

".*\.(js|ico|gif|jpg|png|css|html)$" => "$0",

Aqui, tudo que for chamado será redirecionado para o index.php

"" => "/index.php"

Considerações

Para quem não conhece deveria conhecer!

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